A espectroscopia Raman se enquadra no conceito de espectroscopia de emissão e se baseia no conceito de espalhamento de luz que é incidida sobre os analitos, de acordo com suas características vibracionais. Usualmente, a técnica é empregada para caracterizações de compostos de acordo com suas ligações de natureza homonuclear, como a “carbono-carbono” (ou C-C).
Os nanomateriais de carbono são avaliados de acordo com vários deslocamentos de Raman, como a banda G, D, 2D, entre outros. No comparativo apresentado neste post, temos a identificação da banda G (1580 cm-1) e D (1350 cm-1). De acordo com as literaturas, a banda G é oriunda do estiramento das ligações C-C entre carbonos com hibridização sp2, típico de estruturas grafitizadas, já a banda D pode ser encontrada quando a matriz analisada apresenta “defeitos estruturais”.
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